quarta-feira, 4 de maio de 2011

-> SEXO <-


Já se depararam, certamente, com diversas opiniões sobre O SEXO! Para muitos é pecado, para outros é, nada mais nada menos que, desporto. Engraçado é haver opiniões tão diversas sobre um aspecto inalienável ao equilíbrio do ser humano. O prazer sexual situa-se na primeira fasquia da tabela das necessidades do ser racional e não é "porque sim".
Porque não parar e pensar no porquê de existir tanto taradismo e ninfomanismo nos dias de hoje?
Ora o sexo não é apenas penetração e orgasmo (apesar de muitos o pensarem dessa maneira). Sexo é um jogo físico e psicológico connosco mesmo, um parceiro ou até mesmo com um grupo. É um desafio de descoberta, é sedução e fantasia. É um enredo de sensações tão intensas que consegue mesmo transcender e desafiar as forças do nosso próprio corpo. É um toque no sítio e momento certos que nos leva a perder o controlo em nós mesmos, é todos os poros do corpo libertarem hormonas, é sentir o atrito da pele roçando noutro corpo, colando-os e aquecendo-os mutuamente. É um misto de situações que leva a que a nossa mente foque apenas um ponto - O PRAZER. Tudo funciona em prol disso mesmo. E quando estamos a caminho do ponto clímax o nosso organismo revela-se uma pista de carrinhos de choque, onde tudo faz faísca, onde as células chocam e libertam energia que transformamos, involuntariamente, em prazer sexual. É algo tão intenso que não queremos ter controlo sobre o que estamos a sentir. é querer deixar o corpo responder aos espasmos que o sexo aposto nos desperta. E quando não se consegue contrair mais e o corpo se entrega a uma única sensação, as energias envolventes tomam conta do nosso organismo durante cerca de 5 segundos. Apesar de 5 segundos parecer pouco tempo não o é. São segundos e milésimos de segundo em que não possuímos qualquer tipo de controlo, nem conseguimos pensar noutra coisa que não o PRAZER. Nisto o orgasmo revela-se a sensação mais sincera, mais liberta e desinibida que o nosso corpo pode transmitir.
Eu concluo que o sexo/amor/relação sexual (como queiram) não é objectivo, não tem definição e, acima de tudo, é nosso e ninguém o pode questionar.
Existem várias teorias, reflexões, teses, crónicas sobre sexo... a minha é esta! O prazer é viciante e tem fundamentos para o ser.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Apenas incomensuralvemente

Incomensuravelmente somos um misto de sentimentos e um englobar de situações que se traduzem na nossa própria personalidade. Não somos apenas aquilo que queremos, pois se assim fosse éramos externos á realidade comum aos terrestres, o Mundo! Somos regidos pelos caminhos que se apresentam, pelos dias que correm e a evolução que se apressa. Por mais que consigamos ter a nossa própria personalidade e consciência continuamos, indubitavelmente, numa corrida contra o tempo sem nunca por de parte que somos aquilo em que a sociedade nos transformou. Ser influenciável ou não pouco conta, pois se somos filhos de leões vamos rugir a caçar presas indefesas para nosso próprio bem.

Nós somos aquilo que a nossa era histórica, a residência e transferências morais são. Apesar de fazendo opções de vida e escolhas possam alterar em muito o nosso modo de vida, as nossas raízes são mais do que aquilo que pensamos. As nossas raízes vão transformar-nos naquilo que somos e iremos ser. No momento certo toda a gente toma consciência disso e quando esse momento chega tornamo-nos mais fortes e ligados àquilo que nos pertence.

Independentemente do que queiramos acreditar, a nossa personalidade passa por sabermos quem foram os nossos. Conhecer o que é/foi nosso torna-nos mais coerentes, portanto influencia a personalidade de cada um. Nós somos aquilo que já foi/há-de ser.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Normalidade VS Diferença

Na sociedade actual ser normal é preencher um todo de atitudes e comportamentos impostos pelo local, tempo histórico, morais e valores respectivos á origem de cada um. Esse padrão de normalidade respectivo a todos os itens listados acima, podem ser alterados consoante a evolução ou retrocesso da sociedade envolvente, por isso o que é normal na Suíça não é normal no Canadá. Mas o que acontece cada vez mais é que são excluídas pessoas com estilos de indumentária, penteados e gostos musicais diferentes. Haver racismo entre etnias e cidadãos de países diferentes, por muito que por mim isso seja reprovável, até é minimamente aceitável e compreensível, agora demonstrar racismo e fobias por pessoas iguais a nós, do mesmo país, cidade ou até aldeia só porque têm gostos, estilos diferentes ou deficiências é completamente absurdo.

Somos todos iguais com pequenos traços de normalidade especifica de cada um que nos diferem uns dos outros, pois se todos tivéssemos a mesma maneira de ver o mundo, os mesmos gostos e a mesma maneira de viver a vida não teria piada. Para além de viver num mundo de clones uns dos outros não ter piada também não era fácil de nos desenvolvermos enquanto cidadãos.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Podemos encontrar !


E porque se eu pudesse
Orava-te uma prece
No sentido controverso
Das palavras destes versos.
Vidas vistas pelo vento
Vividas por gente descontente
Não consigo mas eu tento
Acabar com o fomento
de merda a este tempo.
Por trás deste fundo
Haverá um outro mundo
E fugindo deste fumo
Que alcança o mais profundo
Conseguiremos encontrar
Uma razão para gritar!