sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Qualidade, defeito ou outra coisa qualquer...

Toneladas delas vão emergindo, mas nenhuma delas conjuga da maneira perfeita. Espero apenas que caia em mim para me fazer acreditar que as palavras não passam apenas disso... São aquilo que toda a gente prefere, ao contrário de mim que adoraria poder escrevê-las com tud
o menos
com letras... Enfim, algo infinitamente meu. Defeito, qualidade, ou outra coisa qualquer...
Estas apenas conjugaram bem, mas não explicam nada daquilo que quero, porque o que quero não possui palavras que se possam conjugar. Parecem palavras rivais, cada uma pertencente ao seu respectivo mundo. Puramente não se domesticam... São distintas e não existe maneira de as ordenar. Não existe ordem ou estereótipo que domine o que quer que seja na minha cabeça, talvez esse seja o problema...

quinta-feira, 2 de setembro de 2010


Lembras-te de todas as coisas que um dia te disse? Como era bom saber que era útil á tua pessoa... Saber que eu fazia sentido para a tua sobrevivência, bem-estar e dia-a-dia fazia-me sentir feliz. Por muito que pensasses que as minhas palavras eram uma treta e não valiam de nada, que eu sei que pensavas, sentia-me bem só pelo simples facto de estar lá contigoa fazer-te companhia.

Percebi há pouco tempo queas tuas palavras faziam sentido e que nas nossas fantasias não existe nada mais do que a sua própria existência, fantasias. Estas são apenas crenças e sonhos que queremos ser real, coisas que podem ir além do absurdo, mas que para nós não o são como muita gente nos quer fazer ver. Somos felizes enquanto acreditamos nelas, mas quando realmente são substituídas pela realidade parece que um pedaço de nós se afunda num imensidão absolutamente vazia.

Um dia quiz acreditar que tudo o que te dizia fazia sentido e que um dia, mais tarde, me irias dar razão e agradecer com muitos miminhos.

Esse dia não chegou e nunca mais chegará e neste momento, passado quase um ano, sinto-me absurda, e infantil por não ter visto que já nada mais havera a fazer...

Sinto a tua falta!



terça-feira, 13 de julho de 2010

Momentaneamente, assim o é!

Como se fosse um pássaro que conseguiu fugir de uma gaiola, eu sinto-me livre. Como se fosse um rock a perfurar-me os miolos, eu sinto-me forte. Como uma gota de água, eu sinto-me leve. Como o calor quando espreita num dia de Primavera, eu sinto-me curiosa. Como tudo o que acontece enquando escrevo isto, eu sinto-me um momento incerto sem duração.
Preto ou branco? Direita ou esquerda? Agora ou nunca?
Vivo cada momento como se fosse o último de todos os momentos, de todos os minutos e segundos. Opto pelas duas opções, tanto direita como branco ou preto como esquerda! Preto ou branco? Xadrez! Direita ou esquerda? Marca um novo caminho! Agora ou nunca? Agora, nunca o nunca! Estranho? Sim, claro! Mas quem me garante que terei tempo para corrigir os meus erros?